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quinta-feira, 1 de junho de 2017

A MISTERIOSA CIVILIZAÇÃO DE HARAPPA


Por Joelza Ester Domingues 
  
A partir de 3500 a.C., mais de mil cidades surgiram no noroeste do subcontinente indiano estendendo-se pelos atuais Paquistão, parte da Índia e Afeganistão. Harappa, o primeiro sítio escavado, batizou essa enorme sociedade de Civilização Harapense ou Harapeana.
   Ela floresceu no vale do rio Indo e do agora seco Rio Sarasvati e seus afluentes cobrindo uma área de 1,25 milhões de km2 o que a coloca como a civilização antiga de maior extensão geográfica do mundo. No seu auge, entre 2.600 a.C. a 1900 a.C., pode ter tido uma população de mais de 5 milhões de pessoas. 

   Civilização de Harappa. 
             Pesquisas recentes indicam que ela teria se iniciado na Índia. 

Primeiras descobertas 

   As ruínas de Harappa foram descritas pela primeira vez em 1842 pelo aventureiro britânico Charles Masson, mas, somente em 1856, quando engenheiros britânicos estendiam os trilhos da East Indian Railway Company elas despertaram interesse utilitário: seus tijolos duros e bem queimados foram usados na construção da ferrovia.
   Em 1872, o engenheiro e arqueólogo britânico Alexandre Cunningham publicou o primeiro selo de Harappa. Mas ainda levaria meio século para Harappa ser escavada (1922) e, dez anos depois, Mohenjo-Daro, mais ao sul. 
   As descobertas surpreenderam os pesquisadores que encontram cidades planejadas e tecnologicamente avançadas em metalurgia, sistema de escrita, padrões de medida etc. Os trabalhos arqueológicos entraram em ritmo acelerado. Após a independência, em 1947, a maior parte dos achados foi herdada pelo Paquistão que deu continuidade ao trabalho. 
   Em 1999, haviam sido encontrados 1.056 cidades e assentamentos, dos quais somente 96 foram escavados. Destes, os principais são: Harappa, Mohenjo-Daro (Patrimônio Mundial da Unesco desde 1980), ambos no Paquistão; Rupar, Lothal e Rakhigarhi na Índia. 
   Rakhigarhi, no noroeste da Índia, situado próximo ao leito seco do rio Sarasvati, é considerado o maior sítio harapeano, com 350 hectares ou 3,5 km2 enquanto Harappa e Mohenjo-daro têm, respectivamente 200 e 150 hectares. É, também, o mais antigo, com datações entre 6000 e 5000 a.C. o que leva à hipótese de que Rakhigarhi foi o núcleo inicial da civilização harapeana e de onde ela teria se expandido para o vale do Indo. 

   Mohenjo-Daro, “cidade dos mortos”, no Paquistão. 

Harappa, a primeira cidade descoberta no Vale do Indo. 


Início da civilização 
   O vale do Indo e do Sarasvati começaram a ser ocupados por aldeias neolíticas por volta de 7.500 a.C. (cultura pré-Harappa). 
A civilização harapeana teria tido seu aparecimento por volta de 3500 a.C. passando por 3 fases: 
*Harappa anterior: 3500 a 2600 a.C. (primeiros exemplos de escrita) 
*Harappa madura: 2600 a 1900 a.C. (apogeu) 
*Harappa posterior: 1900 a 1400 (declínio) 

   As descobertas da cidade de Rakhigarhi, contudo, estão causando uma reviravolta nos estudos e nas teorias até agora aceitas pelos especialistas. A cronologia e a geografia da civilização harapeana certamente serão revistas. 

Cidades planejadas 
   A civilização de Harappa foi a primeira do mundo a desenvolver um projeto urbano. As cidades possuíam avenidas largas e quarteirões geometricamente exatos. Os tijolos de suas construções seguiam um padrão de medida. 
   O mais surpreendente era a preocupação com o acesso à água e o saneamento. Os harapeanos desenvolveram uma engenharia hidráulica única no mundo da época. Individualmente ou em grupo, todas as casas eram servidas por poços de água. Possuíam, também vasos sanitários ligados a um canal de esgoto comum, coberto com lajes de pedra, e que percorria toda cidade. 
   Os antigos sistemas de água e esgoto das cidades harapeanas eram muito mais adiantados que civilizações contemporâneas e mais eficientes do que os existentes hoje no Paquistão e na Índia. 
   Na parte alta da cidade, havia uma piscina provavelmente utilizada para banhos públicos (um ritual?) com uma escadaria que permitia descer até seu interior. Este tipo de escada, em geral escavada na rocha, ainda é comum nas construções indianas. 
   As cidades eram muradas mas nada indica que essas estruturas fossem defensivas. As muralhas deviam servir para proteger a população de inundações. 

Mohenjo-Daro, poço no interior de uma construção e, na parte externa, canal de esgoto.

 Grande banho de Mohenjo-Daro. 

Sociedade igualitária 
   Embora algumas casas fossem maiores do que outras, as cidades harapeanas não fornecem pistas sobre diferenças sociais. Não foram encontradas construções de palácios, templos ou um centro de poder. 
   Há uma uniformidade extraordinária nos artefatos e adornos pessoais que não permitem distinguir ricos e poderosos de pobres e subalternos. 
   A sociedade harapeana parece ter sido igualitária e com baixa concentração de riqueza. 

Cenário reconstituindo o cotidiano da sociedade harapeana. 
Museu Nacional da Índia, Nova Délhi. 

Governo 
   Os registros arqueológicos não fornecem respostas imediatas sobre a existência de um centro de poder. Não existem representações de reis, sacerdotes nem exércitos. Não foram encontrados, também, grandes túmulos com funerais complexos destinados a um líder. 
   Poderia ter sido uma civilização sem governantes? 
   Por outro lado, o planejamento das cidades, o sistema de saneamento, a padronização de pesos e medidas e a rede de comércio exterior demandam decisões complexas e controle na execução dos trabalhos. Quem teria se encarregado disso? 

Figura masculina descoberta em Mohenjo-Daro, em 1927. 

Figura feminina descoberta em Harappa, em 1991. 

 Conhecimentos e tecnologia 
   A civilização harapeana foi uma das primeiras a desenvolver um sistema de pesos e medidas padronizado. Uma régua de marfim encontrada em Lothal (a mais antiga régua conhecida), está dividida em 1,7 milímetros, a menor divisão já registrada em uma escala de medida da Idade do Bronze. Os pesos de sílex tinham como unidade padrão 28 gramas. 
   Os harapeanos desenvolveram técnicas de metalurgia do cobre, bronze, chumbo e estanho. 
   O estudo realizado em nove esqueletos encontrados no sítio de Mehrgarh, no Paquistão, datados de 7500-9000 anos atrás, revelou que eles possuíam coroas molares perfuradas feitas nos indivíduos em vida. O estudo foi publicado na revista Nature, em abril de 2006. 
   As estatuetas de “bailarinas”, figuras femininas em aparente pose de dança, também surpreenderam os especialistas. Feitas de bronze, ouro ou terracota elas mostram uma modelagem de pernas e braços representando movimento que, até então, só fora conhecida no período helenístico da Grécia. 
   Miniaturas de carros puxados por bois ou búfalos, possivelmente brinquedos, revelam que a civilização harapeana pode ter sido a primeira a utilizar o transporte sobre rodas. 

Animal com rodas, brinquedo, descoberto em Mohenjo-Daro. 

“Dançarina”, bronze, descoberta em Mohenjo-Daro. 

Carro de boi, brinquedo, descoberto em Harappa. 


Possível sistema de escrita 
   Foram encontrados entre 400 até 600 sinais diferentes gravados em selos de terracota, potes de cerâmica e outros materiais. As inscrições, contudo, são sempre pequenas, em geral utilizam 4 ou 5 caracteres. A mais longa sobre uma superfície única tem 17 sinais. Foi encontrada uma inscrição em um objeto com três faces com 26 símbolos. 
   Essa característica levantou dúvidas: seria, de fato, um sistema de escrita ou seriam marcas de nomes de família, clãs, deuses ou fórmulas religiosas? 
   Além de curtas, as inscrições trazem combinações diferentes de símbolos tornando impossível obter uma interpretação. Faltam sequências mais longas e repetidas. Além disso, numerosas peças com inscrições desapareceram, perdidas ou roubadas, delas restando somente fotografias feitas nas décadas de 1920 a 1940. Essas dificuldades mantêm a escrita harapeana indecifrada. 

Selos de argila com figuras e inscrições. 


Relações comerciais 
   Em contraste com as civilizações da Mesopotâmia e do Egito, sempre em conflito com povos vizinhos, os harapeanos tinham boas relações com os povos que habitavam as colinas e montanhas ao redor do vale do Indo e de Sarasvati – locais ricos em minerais e pedras semipreciosas como cobre, sílex de excepcional qualidade, jade, lápis-lazúli e turquesa. 
   Milhares de selos (pequenas placas de argila) foram encontradas nas cidades harapeanas. Eles trazem figuras de animais e humanas além de inscrições. Serviriam de carimbos para marcar os sacos de cereais e algodão? As inscrições marcariam o nome de seu proprietário ou da família? 
   Muitas dessas placas foram encontradas na Mesopotâmia indicando a existência de um comércio entre harapeanos e sumérios, acadianos e babilônios, realizado pelo mar da Arábia em direção ao golfo Pérsico. Eram comercializados produtos agrícolas, marfim, tecidos de algodão e pedras semipreciosas. 
   Povos da Ásia Central e do planalto do Irã também estavam na rota das caravanas de mercadores harapeanos, e há evidências de contatos comerciais com Creta e o Egito. 

Jóias da civilização harapeana, ouro, cobre, ágata e lápis-lazúli. 

Comerciantes em Harappa, reconstituição artística (National Geographic). 

Declínio e desaparecimento 
   Por volta de 1800 a.C., os sinais de um declínio gradual começaram a surgir e, a partir de 1700 a.C. a maioria das cidades harapeanas foi abandonada. 
   As razões do colapso da civilização de Harappa foram muito discutidas pelos especialistas.
   Em 1953, o arqueólogo britânico Mortimer Wheeler propôs que o fim foi causado pela brutal invasão dos arianos ou árias, tribo indo-europeia da Ásia Central. Como prova, ele apontou os 37 esqueletos encontrados em Mohenjo-Daro e trechos dos Vedas referindo-se a batalhas. 
Esqueletos encontrados em Mohenjo-Daro, foto de 1922.


   Mas a teoria de Wheeler não se sustentou. Os esqueletos pertenciam a um período posterior ao abandono da cidade e as marcas em seus crânios foram causadas pela erosão e não por agressão violenta. 
   Falou-se também que a civilização de Harappa desapareceu repentinamente sem deixar rastros. No entanto, dados arqueológicos atuais indicam que muitos elementos dessa civilização podem ser encontrados em culturas posteriores. Alguns estudiosos procuram demonstrar que a religião védica foi parcialmente derivada da civilização harapeana.  
   Trabalhos recentes têm defendido a teoria de um colapso por razões naturais. Alterações climáticas, mudança das monções (que levavam água às lavouras), mudança no curso de rios (provocada por um terremoto?), erosão e esgotamento do solo são apontados como possíveis causas do abandono das cidades e migração de sua população. Esses fatores teriam levado à crescente escassez de alimentos, à proliferação de doenças e à debilidade física – conforme atestam exames em esqueletos de Harappa. 
   Se razões naturais provocaram o despovoamento em massa de uma extensa área ocupada havia mais 5 mil anos e com milhões de habitantes pergunta-se, então, que consequência terá a degradação ambiental acelerada que ocorre hoje no planeta? 

Veja documentário sobre Mohenjo-Daro, a colina dos mortos (em francês) 

Fonte 
Mohenjo-Daro! Por Jonathan Mark Kenoyer, Universidade de Wisconsin, EUA. 
Unesco – site oficial, página sobre Mohenjo-Daro 
Museu Nacional da Índia – site oficial Para ver o acervo da civilização de Harappa, acesse “Harappan Collection”. 
Museu Nacional do Paquistão Vídeo amador mostra a coleção do museu: artefatos pré-históricos recolhidos em Mehrgarh e objetos da civilização de Harappa.

In: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/a-misteriosa-civilizacao-de-harappa/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues
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domingo, 27 de novembro de 2016

Suporte


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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Índia e Burma (1852–1860) "Fotografias de viagem tiradas em 1850 são expostas em NY"

13 mai de 2015

Hoje é meio difícil quem viaje hoje e não tire fotos os lugares e paisagem. Tratando-se de fotógrafos, então, impossível. Através das fotos, quem não esteve lá tem um gostinho de como foi o passeio. Que tal então curtir umas fotos de 1850 e fazer uma viagem também no tempo?
"Estátua colossal do Gautama, Amerapoora, perto do final norte da ponte de madeira". coleção de Charles Isaacs e Carol Nigro. | Foto: Linnaeus Tripe
“Estátua colossal do Gautama, Amerapoora, perto do final norte da ponte de madeira” | Foto: Linnaeus Tripe
Uma exposição de fotografias tiradas pelo Capitão Linnaeus Tripe durante sua passagem pela Índia e a Birmânia está disponível para visitação no Metropolitan Museum, em Nova York, e será transferida para Victoria and Albert Museum, em Londres. A coleção de 60 imagens feitas em negativos de papel exibe lugares históricos, edifícios, geologia e a infra-estrutura de partes dos dois países.
Em Rangum, hoje Mianmar. | Foto: Linnaeus Tripe
Em Rangum, hoje Mianmar. | Foto: Linnaeus Tripe
Em alguns casos, elas foram as primeiras fotografias a ser tiradas desses locais. A exposição, “Captain Linnaeus Tripe: Photographer of India and Burma, 1852-1860″, abrange oito anos de produção de Tripe. Foi encomendada ao capitão, pelo governador-geral da Índia, a missão de registrar a paisagem e arquitetura da região, incluindo os antigos monumentos, edifícios religiosos e seculares.
Pilares do pórtico de Roya Gopurum. | Foto: Linnaeus Tripe
Pilares do pórtico de Roya Gopurum. | Foto: Linnaeus Tripe
Fotografando durante o advento do processo de colódio molhado em placa de vidro, as imagens de Tripe foram feitas utilizando o processo calotype, mais antigo, onde os negativos eram feitos em papel. Como era comum na época, Tripe revestia seus negativos em cera derretida para aumentar a transparência do papel e para engordar suas fibras, assim a textura era firme o suficiente para a impressão final. Claro que as condições de calor na Índia não ajudavam, então muitos negativos acabavam derretidos. Aos poucos, Tripe foi transferindo sua produção para o processo de colódio.
Pagoda Thapinyu, centro religioso. | Foto: Linnaeus Tripe
Pagoda Thapinyu, centro religioso. | Foto: Linnaeus Tripe
O capitão Tripe nasceu em Plymouth Dock, Devon (Inglaterra), em 1822. Sendo o nono de doze filhos, Tripe ingressou no exército da East India Company, em 1838, e se fixou em Palaveram, no sul da Índia. Ele voltou para a Inglaterra em 1850, e ficaria por apenas dois anos, mas adoeceu e ficou até 1854. Durante esse tempo, ele criou interesse por fotografia e aprendeu a usar uma câmera. Ele praticou em sua cidade natal, Davenport, em Londres e em Paris antes da sua licença para a Índia. Confira mais fotos no site do Metropolitan Museum.
Fotografia feita em Devenport, terra natal do fotógrafo Linnaeus Tripe. Na foto, a doca de Plymouth. | Foto: Linnaeus Tripe
Fotografia feita em Devenport, terra natal do fotógrafo Linnaeus Tripe. Na foto, a doca de Plymouth. | Foto: Linnaeus Tripe
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sábado, 21 de março de 2015

Rajastão meu amor

Para ficar com água na boca pra conhecer Jaipur a cidade rosa, Udaipur a cidade dos lagos, Jodhpur a cidade azul e Jaisalmer a Cidade Dourada...

Rajastão, a Índia que você vê na TV

"Um país enorme e multicultural. É difícil reduzir a Índia a alguns poucos e simples estereótipos. Já passamos por vilas budistasmontanhas nevadaspraias de clima tropical e metrópoles cosmopolitas. Todos estes lugares estrapolaram os adjetivos usados pelo senso comum para definir a terra das especiarias.
Sim, ela é cheia, bagunçada e barulhenta, mas também colorida, espiritual, rica em sabores e aromas. Em todos os lugares fomos surpreendidos por peculiaridades locais que em muito diferiam da ideia que nossas mentes ocidentais tinham do subcontinente.
Mas, se estereótipos nunca são totalmente verdadeiros, nem totalmente mentirosos, onde estava então aquela Índia que esperávamos encontrar desde que chegamos ao país? Onde estavam os elefantes e camelos, as mulheres que desfilam em seus saaris coloridos, as barraquinhas de rua que vendem temperos e tecidos, os encantadores de serpente, os palácios dos marajás, o deserto de clima quente o ano inteiro?
Jaipur, Índia
Não estavam por completo nem nas geladas montanhas do Himalaia, nem na ocidental Chandigarh ou na moderna Mumbai. O mais perto do estereótipo de Índia que você conhece por meio das telas da TV está no estado do Rajastão.
Elefantes do Rajastão, na Índia
Cinco meses na Índia e eu ainda não sabia onde estavam os elefantes.
Não é à toa que a região é uma das preferidas dos diretores de cinema para retratar o país. Talvez você já tenha assistido o filme 007 contra Octopussy ou se lembre da novela Caminho das Índias, de Glória Perez. O que você viu ali não é a Índia por completo, é o Rajastão. Tanto, que o nome Juliana Paes não é tão estranho aos ouvidos dos vendedores de Jaipur.
Localizado no deserto do Thar e na fronteira com o Paquistão, o estado é famoso por ser casa dos Marajás e um dos destinos mais procurados por turistas estrangeiros em busca de belas paisagens, construções e da colorida cultura indiana.

encantadores de serperte na india

Jaipur: Capital do estado, Jaipur é também conhecida como The Pink City, por causa da cor dos prédios da cidade. Algumas das principais atrações do estado estão localizadas nas redondezas, como o Amber Fort. Aqui também é o lugar onde você vai encontrar as melhores pechinchas de souvenirs para levar para casa. Reserve dois dias para conhecer a cidade.
Jaipur, Índia
Udaipur: Conhecida como The Lake City, ou a Veneza do Oriente, Udaipur é a cidade mais romântica da Índia. Construída à beira de três lagos, possuí um belíssimo pôr do sol e uma atmosfera meio hippie, cheia de turistas e ruas estranhamente limpas e calmas (para os padrões indianos, claro). Dois dias também bastam para conhecer a cidade, mas tem quem deseje ficar mais.
Udaipur Veneza do Oriente
Jodhpur: A Cidade Azul ganhou este apelido por ter quase todas as construções desta cor, o que dá um belo efeito quando se observa a cidade do alto. A principal atração do lugar é o forte Mehrangarh, construído no século 16 e localizado no alto de uma colina. Também merece uma visita o mercado de rua da cidade, um dos mais incríveis da Índia.
Mercado de rua em Jodhpur
Jaisalmer: Um dos destinos turísticos mais procurados do Rajastão, Jaisalmer, a Cidade Dourada, fica no meio do deserto do Thar. Lá é possível fazer safári de camelo, assistir o pôr do sol e até mesmo pernoitar em uma tenda no deserto. Há também templos, museus e outro forte, construído em 1156."
Safari de Camelo no Deserto de Thar
Por Natália Becattini in: 360meridianos.com
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Como fazer sua própria lanterna "marroquina"

luminária de vidro; porta-velas de vidro

Você vai precisar de:

Potes de vidro
Tinta verniz vitral (para pintar o vidro)
Aguarrás
Tinta dimensional (para fazer o relevo)
Arame (para fazer a alça)

Você vai colorir o vidro da cor que você quiser pelo lado de dentro e depois pintar os relevos pelo lado de fora. 

1) Misture dentro do próprio vidro a ser pintado a tinta verniz vitral com uma pequena quantidade de aguarrás até ficar do tom que você quer pintar o vidro.

2) Vá girando o vidro até pegar tinta em toda a superfície interna do pote. Depois vire com a boca para baixo em cima de um jornal para secar. (Se você for pintar mais vidros com a mesma cor, vire de um para o próximo e aproveite a tinta.)

3) Depois que secar a pintura interna (eu deixei secando de um dia para o outro) faça os relevos na parte externa. Use a própria embalagem da tinta dimensional para fazer os desenhos que você quiser.

4) Assim que estiver seca, use o arame para fazer as alças e a sua lanterna está pronta para usar.

Imagens LITdecor
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terça-feira, 30 de julho de 2013

India: Decoration, Interiors, Design - Henry Wilson

Só tenho uma coisa a dizer: quero muito este livro!!!




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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Prato com estampa de penas de pavão

Tapa na cara da sociedade este prato! Tapa na minha cara que fico fazendo piada com a marca brasileira que está comercializando o produto com um preço super em conta!

Achei coisa mais linda desse mundo! Imagina servir um bolo neste prato em uma festa com amigos?


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terça-feira, 3 de julho de 2012

A Índia me persegue...

Adoro sites de decoração e gosto muito de ver estantes para livros, coleções, miniaturas... Bem coisa de canceriana!
Eis que, dentre as fotografias de um apartamento em Londres, descubro esta estante de livros. Dá uma olhadinha ali e me diz: o que você vê?

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domingo, 1 de abril de 2012

Paleta pastel...


Bons sonhos... 
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

and Carry OM!

Criei meu poster no Keep Calm and Carry On. Crie o seu também e compartilhe!



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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vai um suco aí?


Queridos, eu já havia compartilhado as taças com inspiração indiana da Laris, fiquem agora com as jarras...
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Interior Designer in Mumbai India

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Os Segredos do Taj Mahal


Assisti hoje pela Nat Geo Channel e achei interessante compartilhar com os leitores do blog:




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