Mostrando postagens com marcador Elefante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Elefante. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de março de 2015

Rajastão meu amor

Para ficar com água na boca pra conhecer Jaipur a cidade rosa, Udaipur a cidade dos lagos, Jodhpur a cidade azul e Jaisalmer a Cidade Dourada...

Rajastão, a Índia que você vê na TV

"Um país enorme e multicultural. É difícil reduzir a Índia a alguns poucos e simples estereótipos. Já passamos por vilas budistasmontanhas nevadaspraias de clima tropical e metrópoles cosmopolitas. Todos estes lugares estrapolaram os adjetivos usados pelo senso comum para definir a terra das especiarias.
Sim, ela é cheia, bagunçada e barulhenta, mas também colorida, espiritual, rica em sabores e aromas. Em todos os lugares fomos surpreendidos por peculiaridades locais que em muito diferiam da ideia que nossas mentes ocidentais tinham do subcontinente.
Mas, se estereótipos nunca são totalmente verdadeiros, nem totalmente mentirosos, onde estava então aquela Índia que esperávamos encontrar desde que chegamos ao país? Onde estavam os elefantes e camelos, as mulheres que desfilam em seus saaris coloridos, as barraquinhas de rua que vendem temperos e tecidos, os encantadores de serpente, os palácios dos marajás, o deserto de clima quente o ano inteiro?
Jaipur, Índia
Não estavam por completo nem nas geladas montanhas do Himalaia, nem na ocidental Chandigarh ou na moderna Mumbai. O mais perto do estereótipo de Índia que você conhece por meio das telas da TV está no estado do Rajastão.
Elefantes do Rajastão, na Índia
Cinco meses na Índia e eu ainda não sabia onde estavam os elefantes.
Não é à toa que a região é uma das preferidas dos diretores de cinema para retratar o país. Talvez você já tenha assistido o filme 007 contra Octopussy ou se lembre da novela Caminho das Índias, de Glória Perez. O que você viu ali não é a Índia por completo, é o Rajastão. Tanto, que o nome Juliana Paes não é tão estranho aos ouvidos dos vendedores de Jaipur.
Localizado no deserto do Thar e na fronteira com o Paquistão, o estado é famoso por ser casa dos Marajás e um dos destinos mais procurados por turistas estrangeiros em busca de belas paisagens, construções e da colorida cultura indiana.

encantadores de serperte na india

Jaipur: Capital do estado, Jaipur é também conhecida como The Pink City, por causa da cor dos prédios da cidade. Algumas das principais atrações do estado estão localizadas nas redondezas, como o Amber Fort. Aqui também é o lugar onde você vai encontrar as melhores pechinchas de souvenirs para levar para casa. Reserve dois dias para conhecer a cidade.
Jaipur, Índia
Udaipur: Conhecida como The Lake City, ou a Veneza do Oriente, Udaipur é a cidade mais romântica da Índia. Construída à beira de três lagos, possuí um belíssimo pôr do sol e uma atmosfera meio hippie, cheia de turistas e ruas estranhamente limpas e calmas (para os padrões indianos, claro). Dois dias também bastam para conhecer a cidade, mas tem quem deseje ficar mais.
Udaipur Veneza do Oriente
Jodhpur: A Cidade Azul ganhou este apelido por ter quase todas as construções desta cor, o que dá um belo efeito quando se observa a cidade do alto. A principal atração do lugar é o forte Mehrangarh, construído no século 16 e localizado no alto de uma colina. Também merece uma visita o mercado de rua da cidade, um dos mais incríveis da Índia.
Mercado de rua em Jodhpur
Jaisalmer: Um dos destinos turísticos mais procurados do Rajastão, Jaisalmer, a Cidade Dourada, fica no meio do deserto do Thar. Lá é possível fazer safári de camelo, assistir o pôr do sol e até mesmo pernoitar em uma tenda no deserto. Há também templos, museus e outro forte, construído em 1156."
Safari de Camelo no Deserto de Thar
Por Natália Becattini in: 360meridianos.com
Share |

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Não perturbe a leitura...

garota lendo com um elefante 
Ah, os livros...
Share |

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Elephant lover: meus colares de elefante...

Estou adorando usar estes colares de elefante indianos! 
Todo mundo sabe da minha paixão por elefantes, mas pingentes para colares eu ainda não tinha. 
O colar da primeira imagem foi um presente da minha prima Amábile que tem 6 anos de idade. 
Ela ficou alucinada quando entrou na Indian Emporium e viu este colar de cabeça de elefante. 



A mãe dela me contou que ela dizia: "Mãe, tenho que levar este colar para a Potira!" 
Coisa mais querida! 
Já o pingente de elefante da segunda imagem foi uma aquisição da amiga Thiane. 
E o anel da última imagem não tem nada de elefante, mas é garimpo meu pelas ruas da capital...
Share |

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Street Art in India - Mumbai e Bangalore




 

 
Share |

sábado, 3 de setembro de 2011

Elephants...

Um elefante incomoda muita gente.

Dois elefantes incomodam, incomodam muito mais.

Três elefantes incomodam, incomodam, incomodam muita gente...


Eu amo elefantes! Eu sei, você sabe disso... Todos sabem que gosto de esculturas e imagens de elefantes. Mas eu não canso de dizer... =D

O último presente que o namorado me deu foi esta escultura de elefante feita de madeira. Já a a minha sogra encomendou para a avó que é super talentosa e elas me deram esta linda base de apoio para usar com meu computador laptop. Tem um elefante fofo na parte de cima e a parte de baixo é uma almofada em tecido combinando com a estampa do elefante.
Share |

sábado, 9 de julho de 2011

Dolls of India

 

Visitando o Ethnic Indian Decor me apaixonei por estes bonequinhos fofos do Ganesha lá da Dolls of India... 
Share |

quarta-feira, 6 de julho de 2011

El...efante



Foto do fabuloso From Me To You que, se não me engano descobri através do não menos fabuloso Julie-Julie.
Share |

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tuk Tuks

Share |

terça-feira, 14 de junho de 2011

Festinha motivo Bollywood x Monopólio Disney

A preciosa dica da Tanara, do blog Chá dos 3 é para quem quer uma decoração diferente...



Eu gosto de festa de criança... Além dos doces, me encanta a decoração, as cores, os balões... O que me entristece é ver o "monopólio" Disney através de uma padronização nas decorações de festas infantis. Concordo que muitas vezes as crianças "pedem" uma festa com os personagens dos desenhos animados que eles costumam assistir e estes são facilmente encontrados em lojas de artigos para festa. Mas é possível sim fazer algo diferente em pequenos detalhes, investindo pouco dinheiro e muita criatividade. Como esta idéia de motivo "Bollywood", para quem busca um diferencial para uma festa com personalidade...
Share |

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sobre o tamanho


"Se o maior fosse o melhor, o elefante seria o dono do circo."


ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. Pág. 17.
Share |

sexta-feira, 11 de março de 2011

Economia com estilo.

Eu quero!




P.S. Fui comprar, queria roxo e acabei trazendo um preto. Era só a cor que tinha na loja... =/
Share |

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mulher oriental com um leque sobre um elefante: Tapeçaria do Museu do Louvre


[Alexis SALLANDROUZE, Jean-Baptiste-Amédée COUDER. Elephant Tapestry

Circa 1840-43 © R.M.N.]



Da seção de artes decorativas do século XIX do Museu do Louvre, via Style Court.
Share |

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Direto da Vogue India: Chor Bazaar, um "Mercado de Pulgas" em Mumbai, na Índia

Há um ditado que diz que se você perde alguma coisa em Mumbai você pode comprá-la de volta no Chor Bazaar... 


O Chor Bazzar é um aglomerado de pequenas ruas, um labirinto de vielas ao sul de Mumbai. A palavra chor significa "ladrão" em hindi, inicialmente, porém, ele foi chamado Shor Bazaar, shor em hindi significa "ruído", já que o mercado é um lugar ruidoso.

A avenida principal é a Mutton Street, ladeada por lojas de antiguidades que vendem quase tudo a preços baixos, incluindo objetos coloniais, mobília vitoriana autêntica, relógios estilo art déco, cartazes antigos de Bollywood e bugigangas de toda espécie. Um paraíso para donos de antiquários, restauradores e colecionadores. 



Lindas imagens de um dos meus blogs favoritos Artnlight
Share |

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A viagem do elefante - José Saramago

Convidado por uma amiga para jantar no restaurante O Elefante em Viena, José Saramago viu pequenas esculturas de madeira postas em fila. Da direita para a esquerda, principiando pela Torre de Belém em Portugal, vinham representações de vários edifícios e monumentos europeus, enunciando um intinerário. Ali havia uma história...

Foi-lhe dito então que se tratava da viagem de um elefante que no século XVI foi trazido da Índia para Portugal. O elefante, de nome Salomão em 1551 foi dado como presente de casamento ao arquiduque austríaco Maximiliano II pelos monarcas portugueses Dom João III e sua mulher Catarina d'Áustria.

"(...) Aproximava-se um homem de rasgos indianos, coberto por roupas que quase se haviam convertido em andrajos, uma mistura de peças de vestuário de origem e de fabrico nacional, mal cobertas ou mal cobindo restos de panos exóticos, vindos com o elefante, naquele mesmo corpo, há dois anos. Era o cornaca. (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 19-20)

"(...) Subhro. Subhro, repetiu o rei, que diabo de nome é esse, Com agá, meu senhor, pelo menos foi o que ele disse, aclarou o secretário. Devíamos ter-lhe chamado Joaquim quando chegou a Portugal, resmungou o rei." (SARAMAGO, 2008, pág. 24)

"(...) Esqueci-me do significado do nome do cornaca, como era ele, estava perguntando o rei, Branco, meu senhor, subhro significa branco, ainda que não o pareça. (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 32)

"(...) O passado é um imenso pedregal que muitos gostariam de percorrer como se de uma auto-estrada se tratasse, enquanto outros, pacientemente, vão de pedra em pedra, e as levantam, porque precisam de saber o que há por baixo delas. (...) (SARAMAGO, 2008, pág. 33)

"(...) Não é todos os dias que aparece nas nossas vidas um elefante." (SARAMAGO, 2008, pág. 63)

"(...) um preceito velho como a sé de braga, aquele que determina que terá de haver um lugar para cada coisa a fim de que cada coisa tenha o seu lugar e dele não saia. (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 123)

"(...) Ter partilhado as horas com este homem foi uma das mais felizes experiências da minha vida, talvez porque a índia saiba algumas coisas que nós desconhecemos. (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 155)

"(...) São costumes da índia, meu senhor, Estamos em espanha, não na índia, Se vossa alteza conhecesse os elefantes como eu tenho a pretenção de conhecer, saberia que para um elefante indiano, dos africanos não falo, não são da minha competência, qualquer lugar em que se encontre é índia, uma índia que, seja o que for que suceda, sempre permanecerá intacta dentro dele, Tudo isso é muito bonito, mas eu tenho uma longa viagem por diante (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 162-163)

"(...) O que nos vale é o bom feitio dos elefantes, especialmente dos oriundos da índia. Pensam eles que é preciso ter muita paciência para aturar os seres humanos, inclusive quando nós os perseguimos e matamos para lhes serrarmos ou arrancarmos os dentes por causa do marfim. (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 166)

"(...) a voz pública que, como sabemos, é capaz de jurar o que não viu e afirmar o que não sabe. (...) (SARAMAGO, 2008, pág. 189)

"(...) como aconteceu àquele rapazinho que, tendo perguntado ao avô por que se chamava elefante ao elefante, recebeu como resposta que era por ter tromba. (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 250)

"(...) Ia o elefante no seu passo medido, sem pressa, o passo de quem sabe que para chegar nem sempre é preciso correr. (...)"(SARAMAGO, 2008, pág. 251)

"(...) segundo antiquíssimas histórias e as subsequentes lendas, tinham também andado, depois de haverem atravessado os pirinéus, o famoso general cartaginês aníbal e seu exército de homens e elefantes africanos que tantos desgostos viriam a dar aos soldados de roma, (...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 214-215)

"(...) mas a história assim o deixou registrado como facto incontroverso e documentado, avalizado pelos historiadores e confirmado pelo romancista, a quem haverá que perdoar certas liberdades em nome, não só do seu direito a inventar, mas também da necessidade de preencher os vazios para que não viesse a perder-se de todo a sagrada coerência do relato. No fundo há que reconhecer que a história não é apenas selectiva, é também discriminatória, só colhe da vida o que lhe interessa como material socialmente tido por histórico e despreza todo o resto, precisamente onde talvez poderia ser encontrada a verdadeira explicação dos factos, das coisas, da puta realidade. Em verdade vos direi, em verdade vos digo que vale mais ser romancista, ficcionista, mentiroso.(...)" (SARAMAGO, 2008, pág. 224-225)

"(...) Como já deveríamos saber, a representação mais exacta, mais precisa, da alma humana é o labirinto. Com ela tudo é possível." (SARAMAGO, 2008, pág. 237)

"(...) Às árvores pintadas não caem as folhas." (SARAMAGO, 2008, pág. 240)


SARAMAGO, José. A viagem do elefante. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
Share |

domingo, 1 de agosto de 2010

.: Ganesha Baba, morya! :.

Adoro uma loja de decoração indiana...

Começando o mês de agosto dedicando um espaço para Ganesha... Já que no calendário hindu, os meses de agosto e setembro são dedicados a Ganesh Chaturti...
Share |

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Arte-Ilustrações em estilo indiano






Ilustrações do folder da programação do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, junho de 2009.

Share |

quarta-feira, 31 de março de 2010

"As 14 pérolas da Índia" ilustrações de Ionit Zilberman


Para quem estava curioso sobre a incrível ilustração que está no topo do blog... Aqui estão mais algumas das belíssimas ilustrações de Ionit Zilberman para o livro





IONIT ZILBERMAN nasceu em 1972, na cidade de Tel Aviv, mas a família se mudou para São Paulo quando ela tinha seis anos. Ela estudou Artes Plásticas e começou a carreira ilustrando para jornais e revistas. Há mais de dez anos dedica-se à ilustração e tem trabalhos publicados em diversas revistas e livros. 


Leia a postagem anterior sobre o livro clicando aqui
Share |

segunda-feira, 1 de março de 2010

Poocha e Aana... =D

Era uma vez um gordo gato chamado Curumim...




... fazendo piquenique com a Aana no jardim.
Share |

terça-feira, 2 de junho de 2009

We drink to die, we drink tonight...





Elephant Gun

Beirut

Composição: Ryan Condon; Zach Condon
If I was young, I'd flee this town
I'd bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight

Far from home, elephant gun
Let's take them down one by one
We'll lay it down, it's not been found, it's not around

Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down

Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down

And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the night

And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the silence, all that is left is all
That I hide



.
Share |
Related Posts with Thumbnails