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quarta-feira, 9 de março de 2011

Os macacos pelos telhados de Jodhpur...


Jean-Pierre Zwaenepoel

Índia. Em Jodhpur, a cor azul indica as casas das pessoas de casta mais elevada, os brâmanes. Os langures vistos nos telhados, considerados pelos hindus encarnações do deus-macaco Hanuman, circulam livremente pela cidade.

Visões da Terra. Revista National Geographic Brasil, outubro de 2007. Ano 7, n° 91.
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Pelas ruas de Calcutá...


Mulheres cozinham e a criança nua olha o agente borrifando pesticida para matar larvas de mosquitos transmissores de Malária.

Foto: John Stanmeyer (que na foto abaixo está literalmente mergulhando no assunto, pelas ruas de Calcutá)


Revista National Geographic Brasil, Julho de 2007. Ano 7, n°88.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Bridal Procession


Bridal Procession


Women in bright saris crowd together as they walk in a bridal procession in Mandawa, Rajasthan. Rajasthan is the largest state in India—a land of extremes—encompassing steamy forests, dry plains, and the snowy Himalaya.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O pequeno Lord Krishna

Menino vestido como um pequeno Lord Krishna em Kolkata...


Obrigada Ana... 
=)
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Os olhos de Ajanta: jóia rara do budismo em Maharashtra, Índia.


Quem está em Mumbai não pode deixar de conhecer a ilha de Elefanta, Ellora e também as Cavernas de Ajanta, três maravilhas arqueológicas que se pode visitar partindo de Aurangabad, antiga capital do Imperador Aurangzeb no século XVIII.

"Os templos-cova e mosteiros de Ajanta, em Maharashtra, englobam um período de mais de 600 anos desde o século II a. C., e contem alguns dos mais esplêndidos exemplos da arte budista primitiva da Índia. Particularmente impressionantes são as pinturas murais que mostram cenas da vida do Buda e de outras divindades. As mais numerosas estão na cova 17, da qual vem este detalhe, [reproduzido abaixo] e datam do século V d.C. As pinturas desta cova incluem uma incomum composição da Roda da Vida e um painel que mostra Indra voando entre as nuvens, acompanhado por um grupo de seres celestiais, bem como elaboradas representações de figuras do Buda e cenas históricas de Jakata."
(JOHNSON, Gordon, Cultural atlas of India. Barcelona: Fólio, 2008. pág. 69)




"Em templos de 1,5 mil anos atrás, artistas indianos retrataram seus deuses como visões do sublime."
Revista National Geographic, nº 94, Janeiro de 2008, páginas 92 a 109.
Por Tom O'Neill e fotos de Benoy K. Behl


"Ajanta é um lugar único, uma das pérolas do budismo. Entre o século II antes da era cristã e o século VIII de nossa era, cerca de trinta grutas foram cavadas no basalto numa espécie de vale montanhoso que se alarga em forma de ferradura quase fechada, mas que lembra sem grande esforço a Roda da Vida. [Roda da Lei ou Roda da Vida, no budismo, simboliza a natureza cíclica da vida] 
(CARRIÈRE, Jean Claude. Índia: um olhar amoroso. São Paulo: Ediouro, 2009. Pág. 20-21)




"E estas mulheres, de flexibilidade particularmente lasciva e de olhos singulares - os olhos de "Ajanta"- que deslizam flores de acácia por trás das orelhas como hoje ainda fazem as jovens habitantes de Aurangabad, não são filhas do demônio Mara, que um dia vieram inutilmente tentar o Iluminado.
Elas são mulheres da corte, que não têm nada de provocante, nada de insolente, e cuja sensualidade parece natural." 

CARRIÈRE, Jean Claude. Índia: um olhar amoroso. São Paulo: Ediouro, 2009. pág. 23
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domingo, 17 de janeiro de 2010

Sobre Hinduísmo e Budismo


 "A montanha é a montanha, e o caminho, o mesmo de sempre. O que realmente mudou foi meu coração." 
Poema do Budismo Zen


 HITCHCOOK, Susan Tyler. História das religiões: onde vive Deus e caminham os peregrinos. São Paulo: Editora Abril, 2005.

Com incríveis  imagens dos fotógrafos da Revista National Geographic James Blair e Martin Gray, e um texto especial do Dalai Lama, este não é um simples livro de História das Religiões... Mas se você quiser saber um pouco mais sobre as origens das principais crenças religiosas ou sobre Hinduísmo, Budismo, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo esse é um livro que você precisa ter na sua coleção.
 



"Duas das grandes religiões do mundo, o hinduísmo e o budismo, viram a luz num mesmo subcontinente da Ásia, a Índia. Das cinco principais religições, o hinduísmo é a mais antiga. Versátil, flexível e cativante, adaptou-se às necessidades das pessoas de diferentes paisagens, épocas e culturas. Em muitos sentidos, a religião hindu é como a terra de onde provém: um todo maciço que, não obstante, encerra em si uma grande diversidade de partes.
(...)
Ao longo dos milênios, a tradição hindu provou sua capacidade de incorporar muitas crenças e práticas divergentes. Foi sempre uma religião de muitos deuses, muitas cores e muitas festividades. A própria alma, segundo os hindus, migra por várias vidas e a centelha do divino manifesta-se numa multiplicidade de seres vivos diversos, do mais humilde dos insetos ao grande líder espiritual. No meio de todos esses vetores de diversidade, o hinduísmo tem o condão de unir os crentes uns aos outros, ao mundo que habitam e à divindade que reside neles, em torno deles e além deles - chamada de Brama, o Único."(HITCHCOOK, Susan Tyler. História das religiões: onde vive Deus e caminham os peregrinos. São Paulo: Editora Abril, 2005. pág. 74)




Foto: "olhos divinos que tudo vêem" Stulpa de Swayambhunath, Katmandu, Nepal.
"No século 5 A.C., em algum lugar nos montes para o sul do Himalaia, nasceu um filho de Mayadevi, mulher do rei Suddhodana. O rei, membro da casta xária, a casta guerreira, era um poderoso patriarca da tribo dominante Shakya, da cidade de Kapilavastu. Diz a lenda que a rainha Mayadevi escolheu a Lua cheia de maio para viajar para junto de seus pais, na capital do clã vizinho, a uns 30 quilômetros de distância para o leste.
Ela sabia que não tardaria em dar à luz. Haviam vários meses, em sonhos, vira-se deitada numa mansão dourada. De repente, trombetas anunciaram a chegada de um grande elefante branco. O animal, que trazia na tromba uma flor de lótus, deu três voltas em torno dela e penetrou em seu corpo. Nesse instante, segundo as escrituras budistas, "os 10 mil mundos estremeceram, vacilaram e fremiram de uma só vez". Quando a rainha relatou o sonho ao marido, sábios da corte previram que o filho que estava para vir seria ou um monarca universal ou um buda - um iluminado."(HITCHCOOK, Susan Tyler. História das religiões: onde vive Deus e caminham os peregrinos. São Paulo: Editora Abril, 2005. pág. 133 e 136)




Algumas imagens do livro estão neste vídeo aqui.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Retratos da Índia

Retratos da Índia

Roberto Linsker - 07/11/2008

Luiz Simões é um fotografo brasileiro que trocou os trópicos pelas ramblas de Barcelona. Somos amigos há quase 20 anos e um dia, retornando de uma de suas viagens, ele expôs categoricamente o seguinte pensamento: "O mundo pode ser dividido em dois grupos, aqueles que conhecem a Índia e aqueles que não conhecem".

Estive na Índia anos mais tarde, em 1996, percorrendo durante 50 dias uma ínfima porção desse universo estético e cultural. Não vou me deter aos detalhes da viagem, apenas dizer que no seu término concordava de corpo e alma com as palavras do Luiz.

Há uma tranqüilidade no olhar dos indianos que é, ao mesmo, tempo relaxante e instigante. Uma despreocupação que só acontece quando sabe-se íntegro no seu espaço.

O rapaz malhado, a menina no meio da plantação de papoulas, o senhor que ordenha o seu gado, o guardião do palácio no Rajasthan e o passeante pelas ruas de Jaipur. Todos eles carregam no seu olhar um pouco de Índia e um tanto a mais de humanidade, afinal foi na Ásia que há milênios floresceram as primeiras civilizações, o que, no meu entender, lhes dá essa vantagem e essa tranqüilidade.

O retrato é para mim a síntese de uma relação, seja ela curta ou demorada, o encontro de olhos que não se evitam. Para retratar o outro precisa estar predisposto a se relacionar com o outro, a entender o outro, a olhar o outro com um olhar que não seja o da avidez fotográfica.

E se alguém perguntar pela água, saiba que ela é sagrada.

Passos

Sempre gosto de, cuidadosamente, reconhecer o terreno onde piso. "Conversar" com ele. Semanalmente uma imagem sem legendas.



Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/126842_comentarios.shtml?8166761

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dourado...


"Jóias se transformam em produtos de consumo de massa na oficina de um ourives em Kolkata, na Índia. Uma onça de ouro equivale a pouco mais de 31 gramas. Essas peças contém entre 25 e 45 gramas do metal precioso. Entre os compradores prováveis desses adornos, modestos para os padrões indianos, estão 'uma noiva de baixa renda, ou uma senhora solteira ou que está casada há muito tempo', de acordo com Surendra Kumar Bagdá, comerciante de jóias em Kolkata."

Revista National Geographic Brasil - Edição 106 - Janeiro de 2009.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009

O que tem no teu pé?


Clique na imagem para ampliá-la e facilitar a leitura da reportagem:


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sábado, 18 de outubro de 2008

Noivas do mundo...

Na África e na Ásia

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